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Value Proposition Canvas

aperfeiçoar sua proposta de valor, como também de descobrir se há uma proposta de valor diferenciada entre o seu produto e a concorrência.

Você pode ter um produto bom, interface bonita, features completas, tecnologia sólida, e ainda assim, ninguém comprar de você. Neste caso, o problema quase nunca está no produto e sim na falta de clareza de valor.

O framework Value Proposition Canvas tenta endereçar esse problema.

O erro mais comum

A maioria das empresas começa pelo lado errado:

  • o que vamos construir?
  • quais funcionalidades teremos?
  • como vamos nos diferenciar?

O problema é que o cliente não compra feature. Ele contrata um produto para resolver um problema específico. Essa ideia vem do Jobs to Be Done: o cliente não quer o produto — ele quer o resultado.

O que é o Value Proposition Canvas

O Value Proposition Canvas é um modelo que responde uma pergunta simples: por que alguém deveria escolher você?

Ele divide o problema em dois lados.

De um lado, o perfil do cliente:
  • Jobs: o que a pessoa está tentando fazer
  • Pains: o que trava ou incomoda
  • Gains: o que ela quer alcançar
Do outro, o mapa de valor:
  • Produtos e serviços
  • Aliviadores de dor
  • Criadores de ganho

Valor só existe quando essas duas partes encaixam.

O conceito mais importante: fit

Tem três níveis aqui:

  • problem–solution fit
  • product–market fit
  • business fit

A maioria morre no primeiro, porque acha que entendeu o cliente, mas não entendeu.

Como usar na prática

Comece pelos Jobs, não pelas ideias. O que essa pessoa está tentando resolver? Em que contexto? O que ela já tentou Depois, liste dores de verdade. Evite genérico.

Ruim: falta de tempo

Bom: perde 40 minutos por dia configurando ferramenta X

Gains também não são “coisas legais”. São resultados desejados: ganhar tempo, reduzir risco, evitar retrabalho, parecer mais competente. Só depois disso você pensa no produto. O que você oferece? Qual dor resolve? Qual ganho gera?

Se você não consegue ligar direto, sua proposta é fraca. E aqui entra um ponto que quase ninguém faz: cortar.
Se algo no produto não resolve dor nem gera ganho, é excesso.

Onde isso muda o jogo

Quando isso está bem feito, algumas coisas ficam óbvias:

  • a copy melhora
  • a landing converte mais
  • o produto fica mais focado
  • as decisões ficam menos subjetivas

E principalmente: você para de construir coisa que ninguém quer.

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